Tudo bem, eu me super-estimei. Ou equivoquei, enfim, sei lá o que eu fiz. Eu pensei que as palavras eram coisas fáceis de lidar. Que eu tinha uma espécie de poder sobre elas. Não tenho, porque de repente eu fiquei sem fala, sem saber o que sentir, pensar e escrever.
Eu pensei que seria muito fácil escrever sobre você, escrever sobre alguém que gosta de mim como eu gosto desta pessoa... apesar disso ser bem díficil de julgar ou acompanhar. Enfim. Alguém que me liga quando quer saber como estou (ou seja, diariamente). Alguém que me trata como uma princesa, me traz chocolates, balas e sorri quando me vê e sente minha falta quando não me vê. Que tem paciência com meus defeitos, e elogia mesmo quando não mereço.
Eu citei Cazuza para mostrar o que eu queria no amor... "Eu quero a sorte de um amor tranquilo". Eu disse que queria e iria ter!
Sua presença me acalma, se faz mais serena, se é que isso é possível. Me faz querer de alguma forma ser melhor, mesmo num dia de tremento mau humor, ao menos ser gentil e não jogar tudo para o espaço... rs. Pensando bem, acho que eu entendo de onde vêm a ausência das palavras, é que nada parece bom o bastante, ou as vezes parece piégas tudo que eu penso. Como é bom ter você. Longe ou perto, sempre presente, meu anjo.
"Ela me faz tão bem, que eu também quero fazer isso por ela" (Lulu Santos). É isso! Só que por ele!
