
Quantas noites eu andei sozinha por aí. Eu pensava naquela frase de Nietzsche que diz "odeio quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeira companhia." E como eu procurei por alguém que realmente me oferecesse companhia. Boa companhia.
Mas não apenas isso, que me aceitasse como eu sou, mas me impirasse a ser melhor (sutilmente), sem forçar a barra. Que eu quisesse ser melhor só para poder ser exatamente quem que ele procurava. Alguém que me amasse quase que incondicionalmente e me deixasse ama-lo do mesmo jeito. Alguém que risse das minhas piadas e achasse graça das minhas loucuras. Que conhecesse meus defeitos e não saisse correndo pela porta da frente, ou dos fundos (existem covardes para tudo). Alguém que eu olhasse bem de perto e também pensasse... é, posso conviver com estes defeitos também.
Poxa vida, eu achei que eu queria alguém que não existia. E se não existia, definitivamente precisava ser inventado. Inventando para mim, pra me completar, me amar. Que me desse segurança, um amor tranquilo.
E aí você surgiu nesse meu mundinho quase triste, trazendo amor, alegria e compaixão. Me oferecendo verdadeiramente companhia e tudo o mais que eu queria.
Como eu poderia não te amar mais e mais e mais ainda? Como eu poderia não abrir as janelas, portas e frestas do meu coração para você?
"De se querer bem. De se querer quem se tem. E ela me faz tão bem, ela me faz tão bem, que eu também quero fazer isso por ela." Lulu Santos

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