“Eu posso sonhar
posso até pensar em você quando eu quiser
eu posso sonhar
e ver você chegar me dizendo que me ama.
Eu posso sonhar
Vem o sol e diz que eu não sou tão feliz
mas não quero acordar” (Luiza Possi)
O critério de de MUSO é de muso inspirador.
E tu inspiras, inspiraras, inspiraste a mim, não só pela beleza, mas pela inteligência, atenção, humildade e gentileza. Um gentleman! Tu que fazes nascer o entusiasmo criador: o muso inspira os poetas, poetizas, inspira amor e alegria.
E para o meu muso eu escrevo:
Contigo eu posso celebrar a beleza
o amor e a vaidade,
porque isso tens aos montes,
mesmo que humildemente me diga que não és belo.
Posso celebrar a gentileza
o carinho e a atenção
cedidas tão docemente.
Posso engrandecer o talento
A musicalidade, inteligência e a genialidade.
Aos olhos mais lindos
as mãos mais carinhosas
a boca mais linda
dona do beijo mais doce.
Posso celebrar apenas a inspiração
Que de ti emana e irradia a todos, e a mim.
Posso musificar tudo isso e celebrar ainda mais.
Mas nada é comparado ao que realmente és.
És mistério e desejo,
és homem e coração.
És energia e calma
E tu inspiras, inspiraras, inspiraste a mim, não só pela beleza, mas pela inteligência, atenção, humildade e gentileza. Um gentleman! Tu que fazes nascer o entusiasmo criador: o muso inspira os poetas, poetizas, inspira amor e alegria.
E para o meu muso eu escrevo:
Contigo eu posso celebrar a beleza
o amor e a vaidade,
porque isso tens aos montes,
mesmo que humildemente me diga que não és belo.
Posso celebrar a gentileza
o carinho e a atenção
cedidas tão docemente.
Posso engrandecer o talento
A musicalidade, inteligência e a genialidade.
Aos olhos mais lindos
as mãos mais carinhosas
a boca mais linda
dona do beijo mais doce.
Posso celebrar apenas a inspiração
Que de ti emana e irradia a todos, e a mim.
Posso musificar tudo isso e celebrar ainda mais.
Mas nada é comparado ao que realmente és.
És mistério e desejo,
és homem e coração.
És energia e calma
És MUSO!

“Pela manhã peço uma pausa longa, de longo efeito e te beijo em silêncio” (Isabella Taviani)

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